31 de outubro de 2009

O Grito

Depois de uma virada incrível no jogo, e um ponto decisivo de pura sorte, a comemoração pela vitória com um grito assustador. Preparem-se para ouvir o som do descarrego!



Jogadores: Alfredo e Aldir x Ivan Daniel e Ivan Felipe
Local: quadra particular no bairro Pacoval
Autor do grito: Aldir Dantas

Atenção! Este vídeo não tem a intenção de denegrir a imagem, nem ofender a honra, e muito menos de colaborar ou atribuir um estereótipo de personalidade explosiva que injusta e maldosamente foi dado ao Prof. Aldir Dantas. É apenas uma brincadeira com um momento alegre de extravaso dele.

28 de outubro de 2009

Curiosidades sobre o badminton

  • - 2º esporte mais praticado no mundo, perdendo apenas para o Futebol;



  • - Esporte de raquete mais rápido do mundo. A velocidade da peteca de pena em um jogo profissional chega a 340 km/h;



  • - O Badminton é um esporte que exige um excelente condicionamento físico, pois em uma partida de alto nível chega-se a correr aproximadamente 1,6 km;



  • - A peteca de pena do Badminton é feita com penas de ganso, e dizem que só se pode retirar 3 penas de cada ganso e que estas devem ser da asa esquerda, já que o ganso dorme do lado direito, amassando assim essa asa;



  • - O Badminton exige muita concentração. Para se ter uma idéia em um jogo de Tênis a bola fica em jogo 8% do tempo, já no Futebol Americano, das 2 horas de duração da partida, a bola fica em jogo apenas 14 minutos. No Badminton a peteca fica em jogo 45% do tempo total;



  • - Para competir no Badminton é necessário ter explosão, ótimo reflexo e coordenação motora. A peteca chega a alcançar 300km/h. É mais rápida que o saque de Tênis. Em cerca de 20 segundos, chega-se a bater na peteca entre 40 a 50 vezes. O Badminton exige constante ação de alta concentração, corridas, saltos, viradas, alongamentos, etc. Durante uma partida chega-se a correr quase 2 km.



  • Tênis x Badminton

    Final de Tênis
    em Wimbledon

    Duração da Partida
    ...........................198 minutos
    Tempo de bola em jogo...................18 minutos
    Raquetadas.........................................1004
    Distância percorrida.........................3,2 km

    Final do Campeonato Mundial de Badminton

    Duração da Partida
    ............................76 minutos
    Tempo de peteca em jogo................37 minutos
    Raquetadas..........................................1972
    Distância percorrida..........................6,4 km

    Fonte: Fast Play - Eventos Esportivos

    26 de outubro de 2009

    Equipamentos: Sapatos

    É importante usar sapatos que proporcionem conforto e firmeza, para que o jogador tenha arranque no jogo. Os tênis usados para a prática do badminton devem ser acolchoados por dentro e flexíveis, podendo ser de nylon com um solado de borracha mole com ranhuras que dêem o atrito necessário para as arrancadas e voltas dadas pelo atleta no jogo. Evite os solados da cor preta que podem sujar a quadra.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    Nota do blog: sobre a última frase do texto, acredito que a restrição a sapatos com solado na cor preta seja para as quadras profissionais de competição, onde o piso é um tapete emborrachado na cor verde, principalmente, o que não se aplica à nossa realidade aqui no Amapá.

    25 de outubro de 2009

    Notícia publicada na página da CBBd

    Na comunidade do badminton amapaense no orkut encontrei um link para uma notícia publicada em 2007 na página da Confederação Brasileira de Badminton, falando da viagem do Aldir a São Paulo naquele mesmo ano.

    Você pode ler a notícia clicando aqui.

    23 de outubro de 2009

    "Bad o quê?" - Vídeo do Globo Esporte

    Hoje o Globo Esporte exibiu mais uma reportagem sobre os esportes olímpicos que o Brasil terá representantes garantidos nas Olimpíadas de 2016, no Rio de Janrieo. Foi a vez do nosso querido badminton, e, para quem não assistiu, como eu, segue abaixo o vídeo na íntegra, que está disponível no site do GE.

    Sei que será difícil pra gente, aqui do Amapá, conseguir assistir ao vídeo, já que são 3 minutos, o que pra nossa internet lenta dura uma eternidade pra carregar. Mas tenham paciência e esperem, porque vale a pena. É bem resumido, mas mostra o essencial do badminton. Nas palavras de quem entende do assunto aqui no estado, "foi o melhor vídeo sobre badminton que já passou na TV". Então, Aldir, vou querer minha cópia da tua gravação.

    Chega de papo, vamos ao vídeo.

    Sexta-feira, 23/10/2009

    Popular na Ásia, a modalidade lembra o tênis e tem pontuação igual a do vôlei, mas a marca principal é a peteca. É o segundo esporte mais praticado no mundo.




    Vídeo - duplas (10)

    Saulo e Wlad x Pedro e Fred - 2ª parte



    Local: quadra da Equipe de Badminton Elite.

    21 de outubro de 2009

    Equipamentos: Raquete


    A raquete é, sem dúvida, o principal equipamento do badminton, sendo sua escolha muito importante para um bom desempenho nas quadras. Elas variam de 85 à 110 gramas em peso. Não pague muito nem pouco pelo seu equipamento, mas compre o melhor que puder.

    Boas raquetes não fazem um bom jogador, mas com certeza ajudam. Para os iniciantes, uma raquete de aço e alumínio servirá para pegar o jeito do esporte, com o tempo você poderá adquirir uma raquete mais leve, de grafite por exemplo. Trate bem da raquete, não exponha ela ao calor e a umidade, evitando que ela empene ou que as cordas se estraguem.

    Empunhadura: o jogador deve conferir o tamanho do punho que lhe parecer mais confortável. Os punhos das raquetes variam em tamanho de 8.6 a 9.2 cm. Deve-se usar um grip que proporcione conforto e segurança durante o jogo.

    Haste: o material usado aqui varia com o preço, usa-se o aço temperado e o grafite e suas combinações (com fibra de vidro, boro etc.). O Kevlar, material já usado nas indústrias naval e aeroespacial, está sendo usado pelas fabricantes de raquetes. Ele é conhecido pela sua relação peso-durabilidade, isto é, ele tem a mesma resistência do aço, com apenas 20% do seu peso. O kevlar é sem dúvida uma excelente inovação com relação aos materias usados na fabricação de raquetes.

    Armação: esta também é feita de grafite e seus aditivos ou de alumínio. Evite as raquete todas de aço, pois armações deste material tendem a ser pesadas e mal-balanceadas. A armação deve ser rígida e possuir buracos com protetores de plásticos flexíveis para receber o encordoamento.

    T-piece: uma boa maneira de saber se a raquete é de metal ou de grafite é notando se a mesma possui uma peça na forma de "T" (T-piece) unindo a haste a armação. As raquetes de grafite e compostos são moldadas em uma peça só (haste+armação).

    Cordas: as cordas são a parte mais importante da raquete, permitindo um golpe certeiro e rápido. É vital que o encordoamento tenha a pressão certa, não podendo ser frouxo nem muito apertado. Normalmente, as cordas devem ter uma tensão de 5.9kg (13lb). Um encordoamento bem feito e cuidado deve durar de dois a três anos. Se as cordas arrebentarem evite remenda-las para não causar maiores danos a raquete, repare-as imediatamente.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    20 de outubro de 2009

    Projeto da arena 2016

    Peguei no Blogminton essa imagem do que vai ser a possível arena do badminton em 2016.


    Que beleza, hein? Segundo o poster do Blogminton, essa instalação deverá ficar no Rio Centro.
    Olimpíadas Rio2016. Estaremos lá, se Deus quiser!

    Reunião geral

    Hoje, às 19:30h, os praticantes de badminton no Amapá estarão reunidos para decidir o futuro do esporte no estado. Todos estão convidados a comparecer e participar. A reunião acontecerá na Casa da Pizza, em seu novo endereço, ao lado da agência central dos Correios.

    Comunidade no orkut

    O badminton amapaense possui uma comunidade no site de relacionamentos orkut, que se chama Badminton no Amapá. Quem tiver interesse de participar, ou só conhecer, basta possuir um perfil cadastrado no referido site e clicar aqui para entrar.

    Lá você vai encontrar os perfis de alguns praticantes. Também há informações sobre badminton e o esporte no Amapá.
    Não deixe de participar.

    16 de outubro de 2009

    Apelo aos praticantes de badminton no Amapá

    Um assunto que interessa a todos nós, praticantes de badminton no Amapá, e que todos precisamos conhecer, são os custos que temos com o esporte. Não os custos individuais, particulares, e sim os custos coletivos, dos nossos jogos lá na quadra da Tropical Center e na do Colégio Atual (mais nessa última, já que a Tropical anda muito desprestigiada por nós).

    Se algum praticante ainda não sabe, as quadras da Tropical e do Atual são alugadas. É bom jogar nelas, não é verdade? Pois bem, os aluguéis dessas quadras precisam ser honrados nas datas marcadas, independente se são utilizadas ou não. São ótimos espaços e não podemos perdê-los.

    Nem todos nós possuímos o material necessário para a prática do badminton, principalmente petecas e raquetes. Redes e postes também são equipamentos fundamentais na prática do esporte. Tudo precisa ser comprado, a maioria pela internet. Acrescente-se frete pra Macapá. Somente com os postes a gente pode prestigiar o comércio e o trabalhador local.

    As marcações das quadras são feitas com fita adesiva colorida, que também precisam ser compradas. Quantos metros de linha têm uma quadra de badminton? Quantas quadras de badminton nós temos marcadas na Tropical e no Atual? Estilete pra cortar, fita métrica pra medir, parafusos pra segurar as cordas das redes nas paredes também entram nesses custos. Não é brincadeira, tudo tem algum custo mesmo!

    Por diversas vezes foi tentado conseguir incentivo do poder público amapaense, tanto de espaço físico quanto financeiro, mas o badminton só levou “chá-de-cadeira”. Não estávamos só pedindo, oferecemos um projeto social esportivo. Mas quem vai querer atender um desconhecido, de um esporte desconhecido, sem o famoso “QI”?

    Nosso sonho é ver o badminton ser praticado em cada escola, por toda a cidade, em todo o Amapá. Adoramos o esporte e queremos vê-lo crescer. Por isso nos doamos muito pela causa. Mas as constantes dificuldades, as pressões pra estar tudo disponível e perfeito, resolver os problemas gerais e conflitos de jogo, tudo isso com o tempo cansa, desanima, deixa qualquer um estressado e chateado.

    O que eu estou querendo dizer, caro praticante, é: procure fazer a sua parte pelo badminton no Amapá.

    14 de outubro de 2009

    13 de outubro de 2009

    Olimpíadas Rio 2016

    por Ricardo Nagato*

    Agora é definitivo. O sonho virou realidade. O Rio de Janeiro receberá os jogos de 2016.

    Não vou entrar na discussão se isso é bom ou ruim, apesar da esperança de ganharmos infra-estrutura, mais segurança, desenvolvimento esportivo e da desconfiança de não termos legado, termos superfaturamento, contratações sem licitação, etc.

    A questão é que agora há muito trabalho a se fazer. Vou me ater ao nosso esporte, o badminton.

    Base

    O tempo é muito curto, mas ainda há tempo para se investir na base. Afinal, o trabalho de base não servirá apenas para 2016, mas para todo o futuro do badminton no país. Então, temos que investir pesado em escolas, escolas e escolas. Para isso, dependemos dos governos, nos 3 níveis: federal, estadual e municipal.

    Alto nível

    O Brasil não tem muita experiência em receber um evento de tal nível. Tivemos apenas o Pan2007, onde a competição de badminton foi muito elogiada, comparada a mundiais. Então, é a hora de comprovarmos nossa capacidade. Em minha opinião, temos que trazer mais eventos internacionais para cá. Pelo menos um mundial júnior em 3 ou 4 anos e um mundial adulto ou equivalente em 5 ou 6 anos. Até lá, ampliar o atual Brasil Internacional (realizado em SP) e criar mais um internacional anual no RJ.

    Arena

    Da mesma forma que no Pan2007, o badminton será realizado em uma Arena provisória. Isso significa que após o Rio2016, não teremos uma arena para o badminton. Isso é preocupante. Sem um local fixo, é mais difícil recebermos eventos internacionais e provavelmente não teremos um centro de treinamento. É esperar (na verdade, cobrar) para ver.

    Fonte: Blogminton

    * Ricardo Nagato é o atual presidente da Federação de Badminton do Estado do Rio de Janeiro.

    10 de outubro de 2009

    Dia de Badminton

    Nesta sexta o badminton na quadra do Pacoval teve a presença de três praticantes de Belém-PA: Fernanda, Camila e Moisés. Eles são filhos do Fernando. Foi uma noite de quadra cheia, todos da equipe estavam presentes, inclusive nosso amigo Wlad, que estava de licença paternidade. Foi preciso mudar nosso sistema de rodízio de duplas e a pontuação dos games foi reduzida, para não ficarmos muito tempo esperando pra jogar.


    Moisés, Fernanda, Camila e Fernando jogando. Olinto, Alfredo e Ramid alongando, sob o olhar da sua namorada, Any.

    Aproveitei pra fazer alguns vídeos novos, que em breve estarão publicados aqui no blog, depois de editados, claro. Só rally bom pode aparecer nos vídeos, porque se um dia eu fizer as melhores "petecas murchas", não vai ter mais espaço pra nada aqui no blog (rsrsrsrs...).

    Vejam um rally legal que aconteceu em um jogo entre Saulo e Olinto contra Alfredo e Monnya.


    E hoje, sábado, todos na Tropical, a partir das 9:30h da manhã.

    7 de outubro de 2009

    Regras resumidas

    Já falei aqui no blog sobre as regras do badminton, depois coloquei um link com as regras completas do esporte (que vocês podem visualizar na coluna lateral à esquerda), mas achei que seria bom ter um resumo delas direto no blog. Espero que seja útil.

    1)Para começar o jogo:

    - com uma moeda ou com a própria peteca, faça um sorteio. O vencedor tem a opção de servir (sacar), receber ou optar por um dos lados da quadra. Os atletas têm direito a um aquecimento de dois minutos antes do início do jogo.

    2) Posição na quadra no começo de um game:

    - a pessoa que serve deve ficar dentro da área de serviço no lado direito da quadra (olhando para a rede). Quem recebe fica do outro lado da rede dentro da área de serviço no lado direito da quadra, na diagonal de quem serve. Nos jogos em duplas, o parceiro pode ficar em qualquer lugar da quadra desde que não bloqueie a visão do recebedor.

    3) Posição de quem serve:

    - se o placar de quem serve for par, o serviço deve ser feito do lado direito da quadra. Se o placar for ímpar, do lado esquerdo da quadra. Nos jogos em duplas a regra é a mesma. O servidor permanece servindo sempre que ele ou sua dupla ganhar o rally.

    4) Serviço:

    - os saques, no Badminton, sempre são realizados na diagonal, como no tênis. No exemplo abaixo, o jogador A saca para o jogador X.


    - o serviço, tanto no jogo de simples quanto no de duplas, inicia-se pelo lado direito da quadra de quem serve que deve lançar a peteca obliquamente sobre a rede, para o seu lado esquerdo da quadra adversária. Vencendo o ponto, continua servindo o mesmo jogador, devendo inverter a sua posição na quadra. Servirá, então, na sua esquerda para o seu lado direito da quadra adversária. Havendo perda do ponto, o serviço passa para o lado adversário.
    - o recebedor não deve se mexer até que quem serve golpeie a peteca.

    4.1) Quem serve tem que:

    - manter parte de ambos os pés numa posição imóvel no chão;
    - acertar a base da peteca primeiro;
    - a peteca inteira ficará abaixo da linha de cintura no instante em que é golpeada;
    - o cabo da raquete do servidor no instante em que a peteca é golpeada apontará para baixo;
    - o movimento da raquete será contínuo até o final do serviço.

    5) Durante o jogo:

    - se o jogador ganhar a disputa da jogada (rally), ele marca um ponto, mudando o lado do serviço e continuando a servir. Se ele perde o rally, seu oponente marca um ponto e passa a servir. Nos jogos em duplas, se a dupla servidora ganhar o rally, um ponto é marcado e o servidor muda de lado e continua a servir. Se eles perderem o rally, o serviço passa para a dupla adversária.

    6) Servindo ou recebendo do lado errado:

    - se um erro de área de serviço for cometido, o erro não será corrigido e o jogo continuará sem mudança na área de serviço dos jogadores.

    7) O let ocorre quando:

    - ocorre uma interferência de fora do jogo como, por exemplo, uma peteca de outra quadra que cai na sua quadra.

    8) Será considerado falta:

    a) se o atleta (raquete ou roupa inclusive) encostar na rede enquanto a peteca está em jogo;
    b) se a peteca acerta o jogador, sua roupa, teto ou arredores da quadra;
    c) se a peteca cair fora das linhas da quadra (a linha é considerada parte da quadra);
    d) se o jogador invade ou acerta a peteca no lado oposto da rede (não vale 'carregar' a peteca);
    e) se a peteca for golpeada duas vezes do mesmo lado da quadra;
    f) se houver interferência com a peteca, mau comportamento ou 'cera', o jogador perde o serviço ou o oponente ganha um ponto;
    g) se o parceiro do recebedor receber o serviço;
    h) se o servidor faz o movimento e erra a peteca.

    - obs: se a peteca acertar a rede e cair do lado oposto, o serviço é válido, desde que ela caia na área de serviço.

    9) Fim do jogo:

    - os jogos são disputados num total três games. O vencedor é o que ganhar dois games primeiro. Em todas as modalidades, os games são de 21 pontos. Se houver empate em 20 pontos, vencerá aquele que abrir 2 pontos de vantagem. Havendo empate em 29, vencerá aquele que fizer 30 pontos. O jogador que venceu o primeiro game serve primeiro do outro lado da quadra no novo game. O ganhador do segundo game muda de lado e começa servindo no terceiro game. No terceiro game, o jogador muda de lado e continua servindo no décimo primeiro ponto.

    10) Tempo durante o jogo:

    - sempre que o 1º jogador/dupla atingir 11 pontos um tempo de 60 segundo é concedido. Esta regra vale para qualquer game.
    - nos intervalos do 1º para o 2º game e do 2º para o 3º game (se houver) um intervalo de dois minutos é concedido.

    11) Quadra:

    O badminton pode ser praticado ao ar livre, mas o ideal é que ele seja jogado em quadra coberta, onde não ocorram correntes de ar. Não é aconselhado também o uso de sistema de ventilação que movimente o ar, o que atrapalharia o jogo. O piso da quadra deve ser feito de material antiderrapante, e suas marcações serão feitas de cores facilmente identificáveis (branco ou amarelo). O espaço entre a quadra e as paredes que cercam o recinto não deve ter menos de 1m (até as paredes laterais), e de um 1,5m (para as paredes de fundo).


    A rede de badminton deve ficar a 1,55m de altura do chão. Ela deve ter uma trama bem esticada de forma que seus fios superiores fiquem no mesmo alinhamento dos postes. a rede pode ser fixada em postes ou em suportes fora da área da quadra.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    5 de outubro de 2009

    O risco de uma defesa errada

    Em algumas situações de jogo é extremamente importante que o praticante de badminton tome cuidado com o ataque adversário, principalmente nas jogadas próximas à rede. Uma defesa mal executada, por exemplo, pode proporcionar ao ataque adversário uma excelente oportunidade de finalização do rally, e ainda deixar o próprio defensor em "maus lençóis".

    A imagem* abaixo ilustra bem o que eu estou querendo dizer.

    Na semana passada eu acertei em cheio o peito do meu caríssimo amigo e "professor" Alfredo com um smash, após uma infelicidade na sua defesa. A jogada era um lob, mas ele falhou na profundidade e na recuperação, jogando a peteca no meio da quadra adversária e ficando próximo à rede. Não tive pena. Desci o braço... e fui ameaçado logo em seguida (rsrsrsrs...).

    São coisas do jogo. Acontecem várias situações como essa (não estou falando da ameaça), que podem ser corrigidas com treino e dedicação. Eu mesmo já levei "petecada" na testa (e que alvo que ela é! rsrsrsrs...), nos braços, nas mãos, nas pernas, no corpo todo. Eu sou um grande alvo ambulante! Mas, como vocês puderam ver na imagem acima, eu também sei ser o "atirador".

    p.s.1: a ameaça era brincadeira do Alfredo.

    p.s.2: ele não conseguiu se vingar.

    * a imagem foi editada na tentativa de melhorar a visualização da marca vermelha na pele... eu disse tentativa, perdoem minha câmera VGA do celular.

    3 de outubro de 2009

    Equipamentos: Peteca

    A "bola" usada no Badminton é uma frágil e aerodinamicamente eficiente peteca. As petecas usadas em competições pesam entre 4.74 e 5.50 gramas.


    Existem dois tipos de petecas, as tradicionais, feitas com penas de ganso e as sintéticas, feitas de nylon. Ambas possuem bases esféricas feitas de cortiça ou poliuretano, contendo um pequeno peso de chumbo, sem o qual a peteca seria muito leve para percorrer as distâncias necessárias. A esta base estão fixadas 16 penas, e no caso das petecas de nylon, uma "saia" deste material. Jogadores profissionais só utilizam as petecas de penas, que só duram alguns rallies, pois as penas não suportam os golpes.

    As petecas sintéticas são mais usudas por jogadores amadores, iniciantes e para treinamento. Estas petecas são mais baratas do que as de penas e duram muito mais. Seja qual for a peteca escolhida, certifique-se que ela foi testada para alcançar a velocidade correta necessária no local onde se realizarão as partidas.

    A velocidade da peteca está ligada com o tamanho e a temperatura do local onde o badminton será praticado, em outras palavras, com a resistência do ar. Normalmente, as petecas sintéticas possuem uma gradação que relaciona cores com a velocidade da peteca. Já as de penas possuem uma escala numérica para designar as velocidades. Esta escala vai de 73 a 85 grains (1 grain = 0.065 gramas), sendo a de 85 grains a mais rápida.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    1 de outubro de 2009

    29 de setembro de 2009

    Crônica de um ponto

    Ramid e Daniel contra Olinto e Monnya. O rally está em andamento, quando Monnya tenta executar um clear do fundo da quadra...



    Mas o golpe não saiu perfeito, possibilitando a interceptação de Daniel, que prepara um smash para ser executado...



    Ramid ficou observando e torcendo pela perfeição do movimento. Olinto estava tenso com o golpe que receberia, já que Monnya, após seu clear, saiu pelo fundo da quadra e talvez não consiga voltar a tempo para ajudar na defesa...



    Smash
    executado. Olinto está concentrado e não tira os olhos da peteca...



    Mas algo lhe dizia que o golpe não havia sido perfeito e prefere acreditar na sua intuição, não interferindo na trajetória da peteca, virando o corpo para o lado...



    Com um movimento no estilo Matrix, Olinto "Neo" acompanha com os olhos a trajetória da peteca, torcendo para que ela não toque o chão da sua quadra...



    Monnya volta para a defesa olhando para Olinto, parecendo não acreditar no que vê. Teria ele desviado da peteca com medo da força do smash de Daniel? Olinto continua acreditando na queda fora da quadra, acompanhando a trajetória da peteca com o olhar. Enquanto isso, Ramid permanece paralizado, admirando o clímax do rally...



    E finalmente a peteca vai tocar o chão. Dentro ou fora da quadra?



    Out
    !



    Ponto Olinto e Monnya.

    28 de setembro de 2009

    Preparação física no Badminton

    Os preparadores físicos da Confederação Brasileira de Badminton - CBBd, professores João Guilherme Cren Chiminazzo e Diego Ide Mascara, publicaram excelente artigo sobre a importância da preparação física para atletas de badminton.

    Para ler o artigo clique aqui.

    26 de setembro de 2009

    Técnica - Push

    Push

    Nos jogos de badminton, é normal acontecer da peteca ser "empurrada" de volta para a quadra adversária quando a resposta de um golpe acontece um pouco acima da rede. Como o push é jogado perto da rede, qualquer indecisão pode acarretar um erro.

    Para o bem da dissimulação, este golpe é jogado com a mesma ação do drive, sendo que a peteca deve ser golpeada com menos força para que caia entre os jogadores da dupla adversária.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    24 de setembro de 2009

    Badminton do Amapá é assistido pela internet

    Cidade de Macapá, estado setentrião do Amapá, segunda-feira, 21 de setembro de 2009. Pela primeira vez o badminton amapaense foi acompanhado ao vivo pela internet em outro estado brasileiro. Atravessamos fronteiras, quebramos a barreira da distância utilizando um simples programa de mensagens instantâneas e sua ferramenta de video-chat.

    Houve quem achasse que era maldade, mas a verdade é que foi um belo momento de confraternização entre praticantes do esporte aqui no Amapá e um praticante amapaense que está residindo em outro estado atualmente. Reparem a alegria demonstrada em seu rosto ao rever seus parceiros de badminton em sua antiga quadra de prática do esporte. Definitvamente não foi maldade. A intenção era exatamente provocar esse clima alegre e tentar matar as saudades.

    Por falar em saudades, houve quem não saísse da frente da câmera, tamanha era a saudade.

    Pedro, meu amigo de fé, meu irmão camarada! Estamos todos aqui te esperando pra bater uma peteca no meio do mundo. Recebe aí um forte abraço meu e de teus parceiros: Alfredo, Saulo (que felicidade! rsrsrsrs...), Ramid, Ivan (valeu pela ideia da transmissão), Olinto, Monnya, Fred e Wlad (de licença paternidade).

    22 de setembro de 2009

    História do Badminton no Amapá - 2ª parte

    por Aldir Dantas

    Logo em seguida, conseguimos a quadra da Tropical Center, foi uma benção, pois o horário caiu como uma luva, quarta-feira (das 19:30h às 21:30h) e sábado (das 09:30h às 12:00h), jogamos por quase 1 ano nesse horário. Foi quando surgiu a quadra do Colégio Atual: segunda e sexta (das 19:00h às 21:30h). Logo-logo apareceu a oportunidade de jogarmos segunda, quarta e sexta na quadra do Atual, foi quando mudamos para terça na quadra do Tropical.

    Procurando por mais quadras conseguimos um horário a tarde no CEPA – Centro de Ensino Profissionalizante do Amapá, onde montamos uma escolinha para atender crianças de 7 a 15 anos da rede pública de ensino.

    Enquanto isso, um grupo de amigos se junta numa quadra particular no bairro Pacoval para jogar Badminton em dias e horários diversos.

    (CONTINUA)

    20 de setembro de 2009

    História do Badminton no Amapá - 1ª parte

    por Aldir Dantas


    No final de 2006, conversando pela internet com amigos do Piauí, me informaram que um esporte recém chegado por lá estava fazendo o maior sucesso... foi quando comecei a buscar na internet maiores informações sobre o referido esporte. Encontrei o site da Confederação Brasileira de Badminton, e a partir daí comecei a trocar e-mails com o Gilberto Pupo (até então, diretor de federações da confederação).

    Em março de 2007 o Gilberto Pupo me convidou pra assistir um torneio que aconteceria em Campinas e prontamente aceitei, só que coincidentemente o torneio caiu na data do aniversário da minha esposa que estava recém chegada na cidade e ficaria sozinha, só que a mesma me incentivou a ir dizendo que teríamos muitos aniversários juntos e que eu não poderia perder aquela oportunidade. De malas prontas, viajei a Campinas, fui recebido por Luiz de França (então técnico da seleção brasileira de badminton) que me acolheu em sua casa e me acompanhou por 3 dias no torneio no Clube Hípica de Campinas. Fiquei maravilhado! Tudo o que vi foi motivo de inspiração para trazer o Badminton para o Amapá (tudo isso por causa do Betão).

    Fui levado em lojas de material esportivo onde adquiri as raquetes, redes e petecas e as trouxe para Macapá. Foi quando apresentei o material para um amigo (Aristarco Júnior), que ao ver o peso da raquete, de cara gostou e perguntou se eu poderia deixar com ele o material, e assim eu fiz. No dia seguinte me ligou convidando para ir ao galpão de sua família (Café Grão de Ouro) ver o que ele tinha feito, e ao chegar lá me deparei com um grupo jogando, com uma quadra demarcada e tudo. A partir daí eles jogavam todos dos dias 06:00h da manhã e 18:00h da tarde.

    Depois de algum tempo consegui o horário de 06:00h da manhã no Ginásio Avertino Ramos. Passamos uns 3 ou 4 meses jogando nesse horário, só que o período chuvoso atrapalhou e além disso conseguimos alguns horários na AABB (terça e quinta pela noite, e sábado e domingo pela manhã), isso fez com que o horário de 06:00h da manhã diminuísse a procura até parar.

    (CONTINUA)

    18 de setembro de 2009

    16 de setembro de 2009

    Escolinha de Badminton

    Está retornando a escolinha de badminton que funciona na quadra do CEPA - Centro de Ensino Profissional do Amapá. Como hoje foi o primeiro dia após o retorno, poucas crianças foram prestigiar o prof. Aldir, mas na próxima quarta a turma deverá estar lotada.

    Técnica - Net-shots

    Net-shots

    Estes são os golpes jogados próximo e muito próximo à rede. Eles podem ser jogados de baixo para cima ou de cima para baixo. O objetivo do golpe é devolver a peteca tão perto da rede que o adversário não terá condições de responder a jogada. É muito importante recuperar o posicionamento da raquete, pois, geralmente a peteca será devolvida de forma rápida.

    Mas atenção: NÃO ESCORE A PETECA, GOLPEIE CONTROLANDO A FORÇA E A VELOCIDADE.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    15 de setembro de 2009

    Convite

    O blog "Badminton no meio do mundo" convoca toda a população amapaense a praticar um grande ato de solidariedade e amor ao seu semelhante: seja você também um doador voluntário de medula óssea.

    Está sendo implantado no Amapá um banco de medula óssea, o REDOME (registro nacional de doadores de medula óssea). A inauguração e início de coletas será hoje, 15/09/2009, em frente ao HEMOAP, que fica na Av. Raimundo Álvares da Costa, esquina com a Rua Jovino Dinoá, Centro.

    Saiba mais sobre o assunto:


    Modelo de camisa

    Este é um modelo de camisa muito legal que o prof. Aldir já mandou fazer e pode vender para quem tiver interesse. Basta procurá-lo nos locais de jogo ou deixar um recado aqui, que eu falo pra ele.

    12 de setembro de 2009

    A origem

    Em breve estarei publicando aqui a história do badminton no Amapá, que o professor de Educação Física Aldir Dantas escreveu especialmente para o blog, onde ele relata desde quando se apaixonou pelo esporte, onde começou a ser praticado, os locais onde jogaram, etc. Mas antes eu vou mostrar algumas fotos* que retratam bem a origem de tudo. As imagens foram feitas pelo próprio Aldir, numa viagem a São Paulo em março de 2007.


    Acima, vemos o Clube Hípica de Campinas, onde o prof. Aldir se apaixonou pelo badminton.


    Lá no Clube Hípica o Aldir viu crianças de 6 (seis) anos jogando!


    Esse é o Centro de Treinamento Nacional da Confederação Brasileira de Badminton.



    Olha aí o Aldir fazendo pose de jogador de badminton, na frente do Centro de Treinamento da CBBd.

    * Todas as imagens foram surrupiadas de um álbum no perfil do Aldir no orkut.

    10 de setembro de 2009

    Vídeo - duplas (6)

    Ivan Daniel e Alfredo x Monnya e Ivan Felipe.



    Local: quadra da Equipe de Badminton Elite.

    9 de setembro de 2009

    Técnica - Lob

    Lob

    O lob é um golpe desferido de baixo para cima, usado para devolver a peteca quando esta cai bem abaixo da fita da rede e próxima a esta. O seu objetivo é de colocar a peteca alta e profunda na quadra adversária, dando tempo para a recuperação do atleta.

    Fazendo uma comparação, o lob é como um clear, só que golpeado de baixo para cima e dado próximo à rede. Assim, não acerte com força a peteca, golpeie com elegância para o fundo da quadra adversária.

    Lembre-se: a menos que você queira receber a peteca na cara enquanto recua, as virtudes aqui são: altura, profundidade e recuperação!

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    7 de setembro de 2009

    Dia de badminton

    Galera aprendendo a jogar em Macapá-AP, na quadra da Tropical Center.



    O prof. Aldir Dantas fez o vídeo mas não sabe informar a data.

    4 de setembro de 2009

    Técnica - Drive

    Drive

    O drive é um golpe ofensivo, mais usado nos jogos de duplas, desferido rapidamente, geralmente das laterais. Seu objetivo é direcionar a peteca, rapidamente, na direção do jogador adversário ou num espaço descoberto pela dupla oponente.

    O jogador se posiciona de lado para rede e, deixando o peso no pé de apoio, prepara o golpe levando a raquete para trás, abrindo o braço, mantendo a raquete na altura do ombro.

    Ao golpear a peteca, o jogador movimenta a raquete em direção desta dobrando o braço para frente e girando o pulso simultaneamente, dando uma "chicotada" na peteca. Ao mesmo tempo gire o corpo, terminando o movimento de frente para rede, deixando o peso fluir no golpe e no pé dianteiro.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    2 de setembro de 2009

    Vídeo - duplas (5)

    Monnya e Ivan Felipe x Olinto e Fágner (Frota)



    Local: quadra da Equipe de Badminton Elite.

    Animação gráfica

    No site do COB, Comitê Olímpico Brasileiro, tem uma animação em gráficos explicativa do Badminton. Vale a pena assistir clicando aqui.

    31 de agosto de 2009

    Badminton para todas as idades

    Esse vai começar cedo.

    Técnica - Smash

    Smash

    O smash é o golpe mais ofensivo, e portanto, o mais importante do badminton. É o vencedor de rallies, o clímax de vários golpes anteriores. O sucesso do golpe depente de vários fatores, como o ponto de impacto da peteca, a alture desta, o timing, etc. Observar jogadores mais experientes é uma ótima prática para quem quer melhorar o desempenho.

    Para acertar um smash, novamente prepare um clear defensivo. Se posicione mais atrás da peteca, acertando o golpe quando ela estiver quase em frente do seu rosto (a altura da peteca varia de acordo com o posicionamento do atleta em quadra. Um smash aplicado no fundo da quadra deverá acertar a peteca numa ponto mais alto do que em outro ponto).

    Desloque-se em direção a peteca, para aproveitar a força do movimento do corpo. O golpe deverá ser forte, direcionado para baixo, devendo o jogador girar totalmente o pulso de modo que, no fim do movimento, a cabeça da raquete esteja totalmente voltada para baixo. Evite saltar para acertar a peteca, pois pode-se errar o tempo da peteca. Não tenha pena do adversário, desferindo o golpe com precisão e força.

    Fonte: Confederação Brasileira da Badminton

    30 de agosto de 2009

    Vídeo - duplas (4)

    Fágner (Frota) e Aldir x Pedro Ivo e Saulo - 2ª parte



    Local: quadra da Tropical Center.

    Regras

    Já falei sobre o esporte aqui no blog, mas ainda não tinha feito um post com as regras. Perdoem a falha. Vou colocar um link com as regras completas do badminton na coluna lateral do blog, pra quem quiser baixar. O documento é no formato '.pdf'.

    Baixe agora clicando aqui.

    29 de agosto de 2009

    Técnica - Drop-shot

    Drop-shot

    O drop-shot é um golpe ofensivo, dando ao jogador bons resultados com pouco dispêndio de energia.

    Para enganar o oponente, faça a mesma movimentação usada no clear defensivo, acertando a peteca quando esta estiver exatamente em frente da sua cabeça, reduzindo a velocidade do braço num espaço pequeno antes de acertar a peteca (aproximadamente 30 cm), forçando esta a uma tragetória descendente, devendo cair, invariavelmete, logo após a rede, dificultando a recepção e a próxima jogada do adversário.

    A velocidade do drop-shot pode variar dependendo do posicionamento na quadra. Um drop-shot rápido na rede é sempre difícil de se devolver.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    Visita ao CETEBAC

    A visita dos praticantes amapaenses de badminton, Pedro Ivo e Ivan Daniel, ao Centro de Treinamento Esportivo de Badminton Cometa, em Duque de Caxias-RJ, foi mencionada em dois blogs do Rio de Janeiro: no Blogminton e no blog do CETEBAC.

    Para conferir basta entrar nos links abaixo:

    http://blogminton.blogspot.com/2009/08/cometa-recebe-visitantes-do-amapa.html
    http://cetebac.blogspot.com/2009/08/o-professor-claudio-oliveira.html

    28 de agosto de 2009

    Vídeo - duplas (3)

    Fágner (Frota) e Aldir x Pedro Ivo e Saulo - 1ª parte



    Local: quadra da Tropical Center.

    27 de agosto de 2009

    Quadra do Atual



    Técnica - Clear

    Clear

    O clear é um golpe defensivo básico do badminton. Deve ser alto e profundo. Alto para evitar uma interceptação precoce, dando mais tempo para o jogador se reposicionar em quadra e, profundo, para dificultar a resposta do adversário.

    Para acertar um clear defensivo, o jogador deve golpear a peteca quando esta estiver alta e um pouco a frente da sua cabeça, impulsionando a peteca para o fundo da quadra adversária, descrevendo-se uma parabola.

    O golpe também pode ser usado para o ataque quando o adversário se encontra em posição desfavorável esperando outro tipo de golpe, como um smash ou um drop-shot. Para tanto, o jogador deve acertar a peteca, quando esta estiver caindo, um pouco mais a frente da sua cabeça do que no clear defensivo, fazendo a peteca voar mais rápida e reta, indo direto para o espaço descoberto no fundo da quadra do adversário.

    Para uma melhor performance, sigas estas dicas:

    Forehand Clear
    1 - Use o corpo para ganhar mais força, combine o golpe com o movimento de virada da cintura;
    2 - Direcione o clear para o canto do backhand do seu adversário, pois a maioria dos jogadores tem dificuldades de executar os golpes de backahand;
    3 - Execute com perfeição o movimento de virada do pulso, isto dará mais velocidade para a peteca.

    Backhand Clear
    1 - Segure corretamente a raquete, colocando o dedão contra o grip da mesma, dando mais força no golpe;
    2 - Coordene o golpe com o seu último passo, acerte a peteca enquanto o seu pé ainda estiver no ar, aproveitando o movimento do corpo no golpe.
    3 - Corra, vire, acerte! Corra para a peteca, vire-se (este golpe deve ser dado de costas para a rede), e acerte o golpe com força e precisão.

    Fonte: Confedeação Brasileira de Badminton

    26 de agosto de 2009

    Vídeo - duplas (2)

    Alfredo e Aldir x Ivan Daniel e Ivan Felipe.



    Local: quadra da Equipe de Badminton Elite.

    25 de agosto de 2009

    Equipe Cometa de Badminton

    Os praticantes de badminton Ivan Daniel e Pedro Ivo estiveram recentemente no Rio de Janeiro e aproveitaram a oportunidade para visitar o Centro de Treinamento Esportivo de Badminton Cometa, em Duque de Caxias, na baixada fluminense. A equipe Cometa possui importantes atletas para o badminton do Rio, disputando alguns primeiros lugares nas diversas categorias do ranking organizado pela Federação de Badminton do estado.

    Os amapaenses foram muito bem recebidos pelo prof. Cláudio Oliveira Santos, técnico e fundador do centro de treinamento e atual vice-presidente da Federação de Badminton do Rio de Janeiro, que preparou uma ótima demonstração do seu curso de capacitação em badminton. Foram também repassados aos visitantes apostilas com as leis do esporte, uma prova para formação de árbitros de badminton, além de CD e DVD com vídeos.

    Alguns atletas reunidos especialmente para a ocasião fizeram uma pequena exibição de um treino da Equipe Cometa, com atividades educativas e recreativas, aquecimento com simulação de jogo, e finalmente a prática efetiva do esporte. Foram momentos de puro aprendizado, que serviram para modificar hábitos errados e melhorar a qualidade técnica dos praticantes amapaenses.

    Ao final do proveitoso encontro, o prof. Cláudio presenteou os visitantes com petecas de pena de ganso e de nylon, e fez um convite para participarem do seu próximo curso de capacitação de badminton, que ocorrerá em dezembro deste ano em Aracaju, comemorando a abertura da Federação de Badminton de Sergipe. E os visitantes amapaenses retribuíram o convite e a atenção que lhes foi dada convidando o professor para ministrar seu curso também no Amapá, o que foi aceito de imediato.

    Esperamos que em breve possamos oficializar a vinda do prof. Cláudio ao Amapá. Certamente seu curso será um sucesso aqui. Será a primeira vez que o badminton amapaense terá um evento deste tipo. Precisamos melhorar cada vez mais a qualidade técnica dos nossos praticantes. Pedro Ivo e Ivan Daniel voltaram do Rio muito satisfeitos com o que viram no excelente trabalho desenvolvido na Equipe Cometa de Badminton, e com a sensação de terem feito uma grande amizade.

    24 de agosto de 2009

    Técnica

    Segurando a raquete:
    - A raquete sempre deve ser segurada de forma a manter o pulso e o braço esticados e tencionados. Isso é particularmente importante quando sacando baixo e em lances próximos à rede.

    Posição da raquete:
    - Mantenha a cabeça da raquete bem para cima e pronta para qualquer tipo de golpe.

    Pulso:
    - Um pulso firme é usado no tênis, mas não no badminton. Mantenha o pulso solto para conseguir melhor desempenho nos golpes.

    Alcance:
    - A maioria dos golpes no badminton usa toda extensão do braço para alcançar a peteca.

    Trabalho de pernas:
    - É o mais importante fator para posicionar o corpo de forma a dar um golpe correto. Golpes de forehand e backhand devem ser feitos com o pé direito à frente. Todos os golpes altos de forehand devem ser feitos com o pé esquerdo à frente. Os golpes altos de backhand devem ser feitos com o pé direito à frente. Rapidez de movimentos, como se virar, são mais importantes do que correria. Passos curtos são melhores do que 'corridinhas'. Evite golpear tendo os dois pés virados na direção da rede.

    Dissimulação:
    - Em todos os golpes é fundamental que o jogador disfarce qual será a proxima jogada a ser realizada, executando um mesmo movimento para os mais variados golpes sempre que possível. Assim, o adversário nunca saberá, de antemão, qual será o próximo golpe usado.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    23 de agosto de 2009

    Vídeo - duplas (1)

    Pedro Ivo e Fernando x Ivan Daniel e Ivan Felipe



    Local: quadra da Equipe de Badminton Elite.

    História

    Foi na Índia que o Badminton nasceu, com o nome de Poona . Oficiais ingleses a serviço neste país gostaram do jogo e levaram-no para a Europa. O "poona" passou a se chamar Badminton quando, na década de 1870, uma nova versão do esporte foi jogada na propriedade de Badminton, pertencente ao Duque de Beaufort's, em Gloucestershire, Inglaterra.

    Em 1934 foi fundada a Federação Internacional de Badminton (IBF), com nove membros: Canadá, Dinamarca, Escócia, França, Holanda, Inglaterra, Nova Zelândia e País de Gales. Sua sede se situa, logicamente, em Gloucestershire. Nos anos seguintes mais países se tornaram membros, especialmente após a estréia do esporte nas olimpíadas de Barcelona, em 1992. Hoje em dia, existem 130 países membros da IBF, e o número tende a crescer.

    Existem, na atualidade, seis torneios principais promovidos pela IBF: Thomas Cup (campeonato mundial masculino de equipes), Uber Cup (campeonato mundial feminino de equipes), Sudirman Cup (equipes mistas), World Championship, World Juniors e World Grand Prix Finals.

    A primeira vez em que o badminton figurou numa olimpíada, foi nos Jogos Olímpicos de 1974, em Munique, como um esporte de demonstração. Em Seul, 1988, o badminton foi jogado como esporte de exibição. O Comitê Olímpico reconheceu a magnitude do esporte, e promoveu o badminton, que a partir dos Jogos Olímpicos de Barcelona, em 1992, passou a valer medalhas. A popularidade do esporte foi provada nesta ocasião, quando mais ou menos 1,1 bilhões de pessoas assistiram aos oito dias de competição na televisão.

    Como era de se esperar, os países asiáticos conquistaram a maioria das medalhas em jogo. A Indonésia ganhou as medalhas de ouro, prata e bronze na categoria masculina simples, de ouro na categoria feminina simples e de prata na categoria masculina duplas. A Malásia levou o bronze na categoria masculina duplas. Nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, a categoria de duplas mistas foi incluída nas competições.

    Em 1995 o Badminton foi incluído nos XII Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata, Argentina, e foi jogado novamente, em 1999, nos XIII Jogos Pan-Americanos em Winnipeg, Canadá. Depois disso, a modalidade se firmou no evento sendo esporte que conta medalhas até hoje. Inclusive, em 2007 nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro o Brasil conquistou sua primeira medalha na competição. O feito histórico para o Badminton brasileiro foi conseguido pelo atletas Guilherme Kumasaka e Guilherme Pardo que conquistaram medalha de bronze na categoria de dupla masculina.

    Fonte: Confederação Brasileira de Badminton

    22 de agosto de 2009

    Dia de jogo

    Mais uma noite de badminton na melhor quadra de Macapá! (rsrsrsrsrsrs...)









    Da esquerda para a direita:
    Daniel, Ramid, Saulo, Alfredo, Monnya, Olinto, Wlad e Fred.