31 de março de 2010
29 de março de 2010
Boas notícias
A segunda novidade foi uma proposta de parceria com o badminton amapaense, feita pelo Centro de Ensino Superior do Amapá - CEAP. Eu estive reunido com os coordenadores do curso de Educação Física da faculdade, Professores Paulo José de Morais e Gilberto Ferreira, no intuito de conseguir patrocínio para o curso do Prof. Luiz de França, e recebi a proposta de apresentar o badminton aos alunos da faculdade, fazendo uma demonstração, depois seríamos integrados em um projeto da instituição onde os alunos de Educação Física visitam escolas públicas do Estado, e concluiríamos este primeiro ciclo de parceria com um curso de badminton patrocinado pelo CEAP dentro da sua semana acadêmica de Educação Física, em junho. Ainda vamos detalhar mais essa parceria, mas a proposta foi bem aceita por todos os praticantes.
A terceira novidade foi a visita que o Prof. Aldir Dantas e eu fizemos às dependências do Centro Didático Estadual Ginásio Avertino Ramos, onde funciona a Secretaria Estadual do Desporto e Lazer do Amapá. Lá no ginásio há uma quadra de badminton pintada, mas que não é utilizada, e tentamos conseguir um horário para os praticantes do Estado. Além disso queríamos utilizar o auditório e a quadra no curso do Prof. Luiz de França em abril, mas não tinha nenhum final de semana disponível, então conseguimos agendar para o mês de maio. Conseguimos também um horário pra jogar às quartas, pela noite.
A grande notícia é que, durante reunião com o Secretário de Esportes, Hildo Fonseca, nos foi oferecido outro local para a prática do badminton, o que foi uma boa surpresa, ainda mais porque poderíamos ter dois dias no horário da noite. O local seria o Centro Didático Estadual Ginásio Paulo Conrado Bezerra, o bom e velho Paulo Conrado, pra quem é daqui de Macapá, tradicional ponto de encontro para a prática esportiva de várias gerações do Amapá. Aceitamos de imediato o local, e no dia seguinte já estávamos fazendo o reconhecimento do espaço, marcação das quadras e vislumbrando um futuro promissor pro badminton amapaense ali. Pra quem não sabe, o Paulo Conrado já foi um dos nossos locais de prática de badminton. Estamos retornando à casa cheios de alegria.
Então é isso, caros amigos. Ginásio Paulo Conrado, na Rua General Rondon, Centro, é o nosso novo local de TREINO, às terças e quintas, das 19h às 22h. Vejam bem, eu falei TREINO, não vai ter jogo a noite toda, é completamente diferente do que estamos acostumados no Ginásio Poliesportivo Atual. Quem manda avisar é o Prof. Aldir Dantas, que estará à frente desse treinamento para formar atletas de badminton no Amapá, e não apenas praticantes.
Com isso, o curso do Prof. Luiz de França volta para a data original, no mês de abril, sendo realizado por nós mesmos, praticantes de badminton do Amapá, e a proposta do CEAP permanece aberta para o mês de junho. Agora só depende de nós a concretização deste grande evento, que vai marcar a história do badminton no Amapá.
26 de março de 2010
Táticas de jogo - 15ª parte
V - Jogo ofensivo: Tarefas da Mulher
Em duplas mistas convencionais, a quadra ofensiva é dividida em duas zonas com a mulher ficando responsável pela área entre a rede e um passo atrás da linha de saque frontal. Sugere-se que as mulheres encorajem seus parceiros masculinos a ocasionalmente treinar nessa posição para conhecer e reconhecer as dificuldades desta. É posição difícil e envolve constantes agachamentos, antecipação e movimento rápido e é uma posição suicida se a peteca é erguida inesperadamente.
Nesta posição "frente", a mulher é responsável por todos os golpes de rede e rebater tantos golpes chapados quanto possíveis, especialmente os cruzados. Ela deve evitar erguer a peteca a todo custo. Sendo assim, ela tem que ser muito eficiente no jogo de rede e bloqueio de golpes chapados.
Mantenha raquete para cima e ligeiramente inclinada para a frente assim qualquer golpe que bata nela retornará numa trajetória plana ou descendente. Golpeie na de rede tão alto quanto possível, preferivelmente com golpes de cima para baixo. Quando bloqueando tiros chapados, bloqueie, não tente nenhum efeito para evitar a condução.
Lembre, seu trabalho é dar jogo a seu parceiro forçando seus oponentes a levantar a peteca ou terminar rallies com golpes tão próximos à rede de forma que não haja resposta possível. Esteja certa de ser capaz de cortar bem para baixo, evitando cortar para o meio da quadra onde o homem do time adversário tem chance de rebater. O resultado de uma cortada deste tipo é perder a vantagem ofensiva que você tenha conseguido.
De fato, é uma boa idéia para uma mulher jogando duplas mistas, evitar bater um golpe para o homem adversário.
24 de março de 2010
Vídeo - individual (4)
(filmado com celular, perdoem a pouca qualidade da imagem)
Local: quadra da Equipe de Badminton Elite
22 de março de 2010
A importância do alongamento
A flexibilidade e o alongamento são os maiores esquecidos nos treinos físicos. Frequentemente, quando fazemos um forte exercício, parecemos exaustos e desmotivados a fazer qualquer outra coisa. Entretanto, quando alongamos, na maioria das vezes o exercício é recebido com grande aceitação.
A flexibilidade é um importante componente de qualquer programa de exercícios e de todos os esportes, e aqui falaremos as razões desta afirmação.
1) Um músculo alongado suporta melhor o exercício do que o que não foi além de evitar contusões.
2) Com mais liberdade de movimento, maior a velocidade e força do exercício. Isto conduzirá a um maior conforto ao executar todo o movimento ou ao se exercitar, e trará melhorias no desempenho atlético.
3) O alongamento aumenta a escala do movimento e realçam a recuperação do exercício ajudando a diminuir o desperdício metabólico dos músculos.
Os músculos sem flexibilidade podem causar dor e lesões. Isto é comum principalmente na parte mais baixa da coluna das pessoas que correm, pedalam ou ficam apenas sentados numa mesa o dia inteiro. Estão aqui alguns métodos para você trabalhar sua flexibilidade e algumas informações a respeito de alongamento e flexibilidade:
Um rápido aquecimento
Num rápido aquecimento, você pode perceber se os músculos estão preparados para os exercícios, com meio segundo os alongando. Isso vai ajudá-lo a preparar seu corpo especificamente para o tipo de esporte ou atividade que fará. Esses exercícios elevam a temperatura do corpo e preparam o físico para os movimentos dos exercícios, lubrificando os músculos para uma melhor performance, prevenindo lesões. Um exemplo é colocar o braço através do peito e segurá-lo com o braço oposto por um segundo e repetir o movimento, para aquecer os braços e alongar os ombros. Tente se exercitar com e sem esse aquecimento para perceber a diferença de como você trabalha melhor.
Executado melhor após um aquecimento cardiovascular, quando os músculos esquentam e as junções são lubrificadas. Cada músculo é esticado no ponto máximo de tolerância e prendido por ao menos 30 segundos. Este é o ponto onde sua flexibilidade melhora e a recuperação é realçada.
Alongamento com companhia
É sempre bom você pedir para alguém alongá-lo. Além disso, torna o exercício mais divertido.
Ioga
A Ioga é um excelente método para você melhorar sua flexibilidade, e ao mesmo tempo aproveitar outros inúmeros benefícios de uma prática antiga.
Para profissionais
Consulte seu instrutor pessoal, seu massagista ou o outro profissional de saúde e peça para educá-lo sobre a flexibilidade, ou melhor, para trabalhar com você regularmente. A maioria das pessoas não sabe que esses serviços são oferecidos por profissionais e não tiram vantagens dos ótimos resultados.19 de março de 2010
Atletas de outros esportes e o badminton
17 de março de 2010
Táticas de jogo - 14ª parte
IV - Recepção de Saque para Homens
Se o homem chega bem no saque, sua parceira deve estar posicionada no meio da quadra sobre a linha central. Se ela toma esta posição, ele tem que responder o saque em qualquer dos cantos ou sobre o corpo do homem adversário de forma a forçar uma devolução ruim para você na rede ou para sua parceira no meio da quadra onde uma cortada bem colocada é mais efetiva. Se o homem não alcança bem o saque, ele deve deixar sua parceira na posição normal e usar as devoluções recomendadas para a mulher.
Imediatamente depois de responder o saque desta forma, ele deve voltar à posição original a três quartos da quadra. Se o homem adversário tenta antecipar estas devoluções e avança muito, você deve usar um lob no canto do backhand.
15 de março de 2010
Carnaval é tempo de...
12 de março de 2010
Calibre e Encordoamento - parte Final
ESCOLHA DE RAQUETE E CORDA BASEADA NO NÍVEL DE JOGO
| Nível de jogo | Equipamento necessário | Tipo de raquete | Calibre da corda | Fabricação da corda | Tensão da corda |
| Iniciante | Potência e durabilidade | Flexível | 20–21 | Multifilamento | 12–18 lbs |
| Intermediário | Potência e controle | Rígida | 21–21 micro | Multifilamento | 18–20 lbs |
| Avançado | Controle | Muito rígida | 21 micro | Microfilamento | 20–25 lbs |
10 de março de 2010
Badminton em escola do Amapá
Na sexta-feira fomos ao ginásio onde ocorrem as aulas de educação física da escola. Além de mim e do Aldir, estavam presentes os praticantes Augusto, Ataíde, Calandrini, Ivan Felipe e o Silvio, que não pode participar da demonstração, mas compareceu pra dar uma força ao esporte.
Montamos duas redes na metade da quadra, e a outra metade ficou livre para os primeiros contatos com raquete e peteca. O professor Aldir começou apresentando o esporte aos alunos, falando um pouco do histórico e curiosidades, e em seguida fomos dar as primeiras orientações práticas.

No final da demonstração o diretor pedagógico do Colégio Seama, Antônio Favacho, conversou comigo e com o professor Aldir, reforçando a intenção da escola na implantação do badminton em suas aulas de educação física, e evidenciando que os praticantes de badminton no Amapá são parceiros neste projeto. Vamos trabalhar para que dê certo.
8 de março de 2010
Táticas de jogo - 13ª parte
III - Recepção de Saque para Mulheres
Se o saque foi curto, a mulher deve variar a resposta usando o seguinte:
1. net-shot colado à rede no canto mais próximo dela;
2. net-shot colado à rede no canto mais distante dela;
3. rebater sobre o sacador.
Você deve seguir a trajetória destes golpes na direção da rede com sua raquete levantada forçando a mulher adversária a levantar a peteca ou, usar um net-shot como resposta, daí você pode se lançar sobre a peteca e bater para o chão. Note que este golpe deve ser forte e rápido para o chão.
Se o saque foi longo, a mulher deve cortar usando o seguinte:
1. sobre a mulher adversária;
2. diretamente sobre a linha lateral.
Você deve seguir rapidamente a peteca para a rede. Seu parceiro deve cobrir tudo menos a peteca rebatida diretamente sobre você.
5 de março de 2010
Alongamento no badminton
3 de março de 2010
Artigos sobre badminton
No Brasil, ainda não é comum encontrar publicações sobre o badminton. Porém, navegando pela internet, esbarrei no seguinte artigo, muito interessante: “Fugindo do quadrado mágico. O Badminton nas aulas de Educação Física na proposta crítico-superadora”, das professoras Verlane F. de Lorenzi e Ana L. Cardoso. O tal quadrado mágico é formado pelo futebol, voleibol, handebol e basquetebol.
O trabalho, feito em 2008, em Santa Catarina, trata de uma investigação do ensino do badminton nas aulas de educação física, como alternativa ao quadrado mágico.
Entre as conclusões do trabalho, destaco o interesse dos alunos por uma atividade nova (fora do quotidiano escolar), o pedido dos próprios alunos para realizar uma competição de badminton e a participação conjunta de meninos e meninas, quebrando algumas barreiras tradicionais de esportes chamados separatistas.
Confiram o artigo completo em http://www.cds.ufsc.br/pet/SEF2008/anais/trabalhos/orais/verlane.pdf.
Comentário meu: não sou da área de Educação Física, mas não tenho dúvidas do interesse que o badminton desperta entre a garotada. Na próxima sexta-feira vou ver exatamente isso aqui em Macapá. Aguardem novidades.
1 de março de 2010
Divulgação
Oscar Santos foi o maior educador musical da região, ensinando a tocar todos os instrumentos musicais nas áreas de sopro e percussão, além de violão, violino, bandolim, acordeom e piano. Fez parte da primeira equipe do corpo docente do antigo Conservatório Amapaense de Música, responsável pelas disciplinas de teoria musical, solfejo e harmonia. Mestre Oscar revolucionou a educação e a cultura musical no Amapá. É autor da melodia do hino oficial do Estado, a "Canção do Amapá". Seu trabalho marca o início da história da música amapaense, através de prática de bandas de música.
É com essa tradição musical, experiência, capacitação profissional e credibilidade, que os herdeiros de Mestre Oscar, as professoras Neuma, Socorro e Fafá, e o professor Beto Oscar, colocam à disposição da população amapaense uma escola de música única no Estado.
O Centro de Formação Musical AIAPI está com matrículas abertas em:
Teclado
Violão
Violino
Guitarra
Contrabaixo elétrico
Bateria
Flauta doce
Técnica vocal
Canto
Leitura de partitura
Musicalização para crianças a partir de 5 anos de idade
Em breve estarão disponíveis aulas de clarinete, sax, trompete e cavaquinho. As aulas poderão ser individuais ou em turmas, sempre em salas climatizadas.
Endereço: Avenida Ceará, nº 360, Pacoval (entre as Ruas Guanabara e São Paulo)
Telefones: 3222-0838 / 8115-0010 / 9131-3819
26 de fevereiro de 2010
Calibre e Encordoamento - 4ª parte
A percepção popular do badminton como um esporte “calmo” ignora a importância da potência no jogo. Jogadores com menos potência podem competir com sucesso em tênis e squash, fazendo com que a bola fique o mais longe possível de seu oponente. Isto não acontece com o badminton, porque virtualmente todas as jogadas caem perto do jogador oponente, a não ser que você o obrigue a ficar no fundo da quadra. E para que isto seja possível, você vai precisar de batidas com potência para ultrapassar as características aerodinâmicas de arraste da peteca. Uma perda de potência é simplesmente uma oportunidade para um smash de seu oponente. Potência é um pré-requisito para um jogador de alto nível.
Conforme o jogador de badminton passa do nível de iniciante, ele ou ela ficam mais fortes. Mas quando jogadores igualmente potentes competem entre si, o controle passa a ser o fator decisivo. Portanto, os jogadores devem ajustar seu equipamento, sua raquete e sua corda para seu nível de habilidade.
Iniciante, intermediário ou avançado? Tente esta metodologia para selecionar a corda correta para seu nível de jogo.
Iniciante
Análise: Como um iniciante, você não está completamente familiarizado com controle: você está ainda tentando colocar a peteca na linha de fundo do seu oponente. O fato de você errar freqüentemente a batida, enfatiza a necessidade de uma corda que forneça uma boa potência, mesmo se você estiver batendo fora do local ideal na raquete. Porque você ainda está na fase iniciante, você provavelmente desejará economizar algo com seu equipamento, então a durabilidade da corda pode ser um importante item a considerar.
Recomendação: Potência vem da flexibilidade. A sua raquete deve ser bem fabricada e flexível e também a sua corda. Use uma corda multifilamento com calibre razoavelmente forte (20 ou 21 cal.) para boa durabilidade, encordoe com uma baixa tensão, entre 12 a 18 lbs., para obter bastante flexibilidade e potência.
Intermediários
Análise: Seus movimentos agora são mais potentes. Você estará desenvolvendo seu controle, mas você ainda necessitará usar mais velocidade na peteca. Estará nesta fase mais comprometido com o esporte e estará já trocando as cordas mais freqüentemente, para assegurar que seu equipamento esteja em ótimas condições. A durabilidade das cordas não é tão importante como era antes.
Recomendação: Nesta fase você estará usando uma raquete menos flexível. Você aceitará esta diminuição na potência pois já estará com uma grande melhora no controle. Do mesmo modo que sua corda. Você poderá usar agora uma corda multifilamento com calibre mais fino (21 ou 21-micro) e encordoar com um pouco mais de pressão (de 18 a 20 lbs.), para obter uma tensão maior e uma corda mais firme.
Neste caso, você terá poucas opções. Se você ainda preferir sua raquete mais flexível, você poderá iniciar encordoando-a com um pouco mais do que 18 a 20 lbs. Ou se preferir como um profissional, uma raquete ultra-inflexível. Você poderá encordoar com menos pressão para ter uma grande flexibilidade. O ponto, neste nível, é que o seu jogo necessita de ambos, controle e potência, então seu equipamento deve demonstrar uma combinação entre rigidez e flexibilidade.
Avançados
Análise: Potência não é mais um problema, é uma característica inerente ao seu jogo. A potência vem de seus movimentos, não de seu equipamento, os pontos são ganhos ou perdidos na tática e colocação das jogadas. Você necessitará do máximo controle possível de seu equipamento. Você deverá estar disposto a gastar mais em encordoar freqüentemente sua raquete, devido ao aumento no rompimento de suas cordas.
Recomendação: Sua raquete deve ser rígida da parte de cima até a parte de baixo: Cabo firme, cabeça firme, área da corda na raquete deve ser firme, a qual deverá se manter plana mesmo durante uma smash muito forte. Deve ser escolhida uma corda multifilamento fina (21-micro) e encordoá-la com uma pressão entre 20 a 25 lbs.
24 de fevereiro de 2010
Técnica - Slice
22 de fevereiro de 2010
Táticas de jogo - 12ª parte
II - Saque para Homens
Como o homem em duplas mistas convencionais cobre a área da quadra delimitada pela linha frontal de saque, as linhas laterais e a linha de fundo, ele tem que sacar do centro desta área assim ele estará em posição de alcançar a resposta do saque.
Isto fica mais aparente quando lembramos que o saque que é golpeado abaixo da linha da cintura é um golpe defensivo. O homem deve servir, então, aproximadamente um passo atrás da linha de saque frontal e bem perto da linha central. Considerando que ele saca um pouco atrás, o saque leva mais tempo para cruzar a rede o que permite aos oponentes mais tempo para correr e cortar. Sendo assim, o serviço do homem também deve ser bem rente à rede e deve ser batido com velocidade para evitar a questão de velocidade anteriormente mencionada.
Novamente, é quase irrelevante o quão dentro da linha de saque frontal do adversário a peteca cai, contanto passe bem rente ao topo da rede. Como a mulher, o homem deve praticar variações de saque tão disfarçadas quanto possível e deve alternar estes saques no jogo. Claro que, tanto mulheres quanto homens devem explorar qualquer fraqueza óbvia na recepção de saque de seus oponentes.
19 de fevereiro de 2010
Exercícios para melhorar sua técnica
17 de fevereiro de 2010
Calibre e Encordoamento - 3ª parte
Muito da potência nas raquetes de badminton vêm do efeito trampolim, quer dizer o estiramento e o retorno rápido da corda após o contato com a peteca. Quanto mais elástica a corda, mais potência é gerada. Cordas finas são naturalmente mais elásticas do que cordas mais grossas. Encordoamentos com baixa pressão podem se esticar mais do que os de alta pressão. Então se você quer aumentar a sua potência no jogo (e quem não quer?) existem duas maneiras de se conseguir isto.
O outro lado da moeda é o controle. Quanto mais a corda se estica no impacto com a peteca, mais difícil é controlar sua direção e os efeitos. Imagine tentar jogar tênis de mesa com uma raquete com o fundo redondo ao invés de uma raquete plana. Isto é particularmente importante para as batidas fora do centro da raquete, onde a corda se estica mais em um dos lados onde a peteca toca do que em outro, produzindo um efeito trampolim fora do centro da raquete.
O controle é também afetado por um segundo fenômeno, o qual é chamado tempo de toque. Quanto mais a corda estica, mais longo o tempo de toque, durante o qual a peteca permanece em contato com a raquete. Com um encordoamento de alta pressão, a peteca salta da raquete no mesmo instante. O jogador pode sentir e ver o instante do contato e ajustar o ângulo da raquete corretamente. Mas com um encordoamento elástico, a peteca é carregada pela raquete com grande grau de variação como um arco. É difícil para o jogador saber exatamente este grau de variação na batida neste caso tornando-se difícil fazer um ajuste apropriado.
Usando-se uma corda mais grossa, ou encordoando com alta pressão, será produzido um encordoamento mais firme e melhora o controle sobre a peteca - exatamente o oposto - naturalmente, das leis do encordoamento para ter mais potência. Mas aqui temos mais um fator a considerar: com a mesma tensão em libras, uma corda mais fina é mais elástica do que uma mais grossa, então a corda mais fina se comporta como se fosse mais grossa. Se você estiver usando uma corda com diâmetro de 20, encordoe com 22 libras de pressão e mude para uma mais fina, com 21 de diâmetro para obter mais potência. Você neste caso provavelmente terá que reduzir a pressão para 17 ou 18 lbs. Com 22 lbs. a corda mais fina parecerá muito dura e você na realidade sacrificará a potência, se comparar com uma corda mais grossa. Chamamos este fenômeno de tensão relativa.
Mudando a tensão você poderá ajustar a potência ou controle que pode conseguir com qualquer corda, grossa ou fina. Mas isto não quer dizer que cordas finas ou grossas podem se comportar identicamente. A corda mais fina penetra um pouco mais na cortiça da peteca no impacto e isto tende a melhorar o controle. Corda mais fina gera menos resistência no ar, fazendo com que a raquete possa ser movimentada um pouco mais rápida, mais potência. Ambos estes fatores são tão pequenos, todavia, que poucos jogadores podem detectar todos estes efeitos.
Por outro lado, cordas mais grossas são mais duráveis e mantém a tensão por mais tempo, assim mais econômicas. E se você não for o tipo de jogador que encordoa as raquetes freqüentemente, você obterá uma performance melhor por causa do uso prolongado de cordas mais grossas.
Resumindo, veja a seguinte tabela:
| Corda escolhida | Potência | Controle | Durabilidade |
| Diâmetro fino/Baixa tensão | Alta | Baixo | Média |
| Diâmetro fino/Alta tensão | Média | Médio | Baixa |
| Diâmetro grosso/Baixa tensão | Média | Médio | Alta |
| Diâmetro grosso/Alta tensão | Baixa | Alto | Média |
15 de fevereiro de 2010
Trabalhando pelo nosso esporte favorito
12 de fevereiro de 2010
Badminton é notícia
Antes de vocês lerem o texto do jornal eu preciso esclarecer alguns assuntos e desfazer alguns equívocos. Estamos tentando trazer um curso de capacitação em badminton aqui pro Amapá, nada muito avançado, é um curso básico que vai servir tanto pra quem já pratica e não conhece teoria e fundamentos, quanto pra quem quer conhecer o esporte e, principalmente, começar a praticá-lo.
Temos duas possibilidades de curso: uma através do contato do prof. Aldir Dantas com o ex-treinador da seleção brasileira de badminton, Luiz de França, e outra através do meu contato com o atual presidente da Federação de Badminton do Rio de Janeiro, prof. Cláudio Oliveira Santos. Nada nos impede que consigamos trazer dois cursos, mas se isso acontecer será um de cada vez, obviamente.
Tudo esclarecido, vamos ao texto publicado na edição da última quarta-feira do jornal Diário do Amapá.
Praticantes do badminton buscam maneiras de atrair mais adeptos para o esporte
Com o intuito de atrair mais adeptos para o badminton, atletas que praticam o esporte no Amapá estão preparando um curso que será ministrado ainda neste semestre.
Segundo Ivan Daniel, que pratica o esporte há cerca de um ano, o curso será importante para o aperfeiçoamento das pessoas que já praticam o esporte e também para aqueles que querem começar a praticá-lo.
Ivan Daniel disse que eles estão confirmando a participação no curso de duas pessoas, sendo que uma é do Rio de Janeiro e, outra, de São Paulo. "Estamos acertando com Luís de França, técnico da Seleção Brasileira de Badminton, que mora em São Paulo, e com Cláudio Oliveira, presidente da Federação do Rio de Janeiro",declarou.
O Badminton é um esporte individual ou de duplas, semelhante ao tênis, praticado com raquetes e peteca, existente há mais de 2000 anos. É o segundo esporte mais praticado no mundo, sendo o mais rápido esporte de raquetes, com a peteca alcançando velocidades de até 350 km/h em um "smash".
10 de fevereiro de 2010
Exercícios para melhorar seu jogo
Melhore seu jogo com exercícios de badminton
Artigo extraído de http://www.articlesbase.com/sports-and-fitness-articles/improve-your-game-with-badminton-drills-1746904.html, de autoria de Chau Yap, editor do Badminton-Information.com.
Jogar muito badminton pode ajudar seu jogo, mas se você quer realmente melhorar, você precisa praticar exercícios também. Vários exercícios podem ajudá-lo a focar em alguns movimentos e golpes para ajudá-lo a desenvolver seus músculos e aumentar sua velocidade. Alguns exercícios você pode fazer sozinho, mas você também irá precisar de um parceiro para outros.
Badminton "Sombra"
O primeiro exercício é o badminton sombra, que é jogado sem peteca e com um parceiro. Deixe seu parceiro se movimentar pela quadra e dê os seus golpes (acompanhando seu parceiro) como se fosse um jogo real. Embora não haja peteca, você deve se esforçar neste exercício e jogar como se fosse um jogo de verdade.
Exercício de Rali contra a Parede
Você pode fazer este exercício sozinho e você irá precisar de uma peteca velha também. Faça seus golpes contra uma parede (com pelo menos 6 metros de altura) para fortalecer seus braços. Você pode até marcar a parede em 1,55 metros para mostrar onde a rede deveria estar. Tente acertar a peteca assim que ela rebater na parede para melhorar sua velocidade, reflexos (tempo de reação) e movimentos de punho.
Múltiplas Petecas
Um parceiro deve ter um certo número de petecas para usar nesses exercícios. Você toma sua posição em seu lado da quadra, com seu oponente do outro lado. Ele rapidamente serve para você, colocando a peteca em diversas partes da quadra para você retornar. Uma variação deste exercício tem o seu parceiro servindo para o fundo de quadra de forma que você pratique seus clears, drives e smashes. Alternativamente, você pode ficar próximo à rede para praticar uma variedade de batidas na rede.
Jogo de Simples em Meia Quadra
Este é mais como um jogo real com outra pessoa. Apenas jogue uma partida normal de simples de badminton, mas apenas em uma metade da quadra. Você pode melhorar seu trabalho de pernas e resistência com este exercício.
2 Contra 1
Contrapor você contra 2 pessoas é um ótimo exercício para melhorar sua velocidade, resistência e precisão dos golpes. Tenha 2 parceiros jogando contra você usando uma formação de ataque frente-trás (um parceiro à frente e outro atrás), de forma que você possa focar seu jogo sob pressão.
Passar algum tempo entre jogos com qualquer um desses exercícios (ou todos eles) é um tiro certo para melhorar suas habilidades no badminton e começar a ganhar mais jogos.
8 de fevereiro de 2010
Táticas de jogo - 11ª parte
Nesta discussão sobre duplas mistas, assume-se que homens e mulheres desejam jogar dupla mista e estão preparados para aceitar as responsabilidades cabíveis a cada um.
Por questão de organização, discutiremos duplas mistas sob os seguintes títulos:
I - Saque para Mulheres;
II - Saque para Homens;
III - Recepção de Saque para Mulheres;
IV - Recepção de Saque para Homens;
V - Jogo Ofensivo - Tarefas da Mulher;
VI - Jogo Ofensivo - Tarefas do Homem;
VII - Jogo Defensivo - Tarefas da Mulher;
VIII - Jogo Defensivo - Tarefas do Homem;
IX - Conclusão.
I - Saque para Mulheres
Muitos homens em duplas mistas têm o hábito de intimidar a mulher adversária cortando o saque dela diretamente sobre ela. Isto tende a ter um efeito composto porque o medo da cortada leva a um saque pior. O segundo efeito é irritar o parceiro dela por causa do serviço ineficiente. Então, a mulher em duplas mistas deve praticar:
1) Um serviço curto bem rente à rede. O que é importante é que o saque passe bem rente ao topo da rede, o quão dentro da área de saque ele cai, é de menor importância.
2) A mulher também deve desenvolver um segundo saque - de efeito ou alto - que é disfarçado até o ponto de contato para parecer com um saque curto.
Uma mistura adequada destes saques deve tirar o homem do time adversário da zona de equilíbrio levando-o a perder eficiência rapidamente. Tente não mostrar que você tem medo de jogo rápido, olhe-o nos olhos antes do saque e então decida calmamente qual será o seu tipo de saque.
Depois de um saque curto, mantenha sua raquete para cima, seguindo a direção do saque, até ficar sobre o "T" formado pela linha central e a linha de saque frontal. Depois de um saque longo, a ação defensiva será descrita no tópico "Jogo Defensivo - Tarefas da Mulher".
5 de fevereiro de 2010
Empunhadura
Um praticante de badminton aqui do Amapá que sempre fala da empunhadura é o Pedro Ivo. Ele fica fazendo o movimento de pegada no grip da raquete pra todo mundo ver o tempo todo (rsrsrsrs...), então eu resolvi ajudá-lo nessa sua árdua batalha de ensinar a empunhadura correta.
Assistam a esses dois vídeos, um com a empunhadura de forehand (à esquerda) e outro de backhand (à direita).
3 de fevereiro de 2010
Calibre e Encordoamento - 2ª parte
A raquete e a corda devem trabalhar em conjunto como uma unidade, assim escolher a pressão correta é uma das decisões mais importantes na escolha do equipamento que um jogador pode fazer. Não devemos pensar no passado, quando todas as raquetes eram feitas do mesmo material (madeira), todas tinham o mesmo desenho de cabeça e todas eram encordoadas com 15 lbs. de tensão. O desenvolvimento e uso de novas tecnologias fizeram com que a escolha entre tipos de encordoamento se tornasse bem mais complexa.
Existem atualmente inúmeros desenhos diferentes de cabeça de raquetes, tamanhos, padrões de encordoamentos, grande variedade na ação do cabo das raquetes, de flexíveis a totalmente inflexíveis. A tensão da corda deve ser feita considerando todos estes dados. A tensão de encordoamento recomendada hoje em dia varia de 15 a 24 lbs. ou mais. Isto quer dizer que existe um grande espaço para se cometer erros. Ou utilizar estes dados de uma maneira mais profissional e clara: existe uma grande oportunidade do jogador fazer um ajuste fino de sua raquete para que se encaixe em seu estilo de jogo, alterando a pressão da corda dentro de uma grande variação. Se você não gosta da performance de sua raquete, nunca pense em trocar por outra antes de testar cordas diferentes e tensões diferentes.
A equação básica é:
| Maior tensão | é igual a maior controle |
| Menor tensão | é igual a maior potência |
Uma raquete perde cerca de 10% da tensão um dia após seu encordoamento e também se não for utilizada. A tensão, conforme se usa a raquete, vai diminuindo com o tempo. A perda de tensão é devido à flexibilização a nível molecular e isto é um fato que tem que ser considerado: trabalhe com esta informação e não contra isto. Pense em termos de uma pressão de encordoamento como a inicial, ou tensão referência. Aprenda qual tensão referência funciona melhor para você durante a vida útil da corda e siga esta informação.
Verificar a tensão em uma raquete já encordoada pode ser feita com um equipamento especial, mas não é um exercício muito correto. Quando a corda fica muito solta (se não estiver ainda rompida), quer dizer que as moléculas já se esticaram consideravelmente, aumentar a pressão da corda na raquete, não a fará retornar para sua forma original. Portanto, não perca tempo em medir a pressão do encordoamento de sua raquete, faça um novo.
A fabricação da corda por si mesma afeta a tensão da corda e sua performance. O núcleo da corda, o qual fornece as características primárias de resistência e potência, é feito de uma quantidade de diferentes polímeros. Cada um com diferentes níveis de elasticidade, estabilidade da tensão, durabilidade etc. Os filamentos usados para fabricar estes núcleos variam em tamanho, quantidade e orientação - por exemplo: torcidos ou lisos - entre diferentes modelos de cordas.
Cuidados semelhantes são aplicados também na capa da corda, a qual fornece a principal resistência à abrasão e características de “controle”.
O ponto a ser aqui destacado é que a fabricação de cordas é um assunto muito técnico, o qual na verdade é realmente entendido somente pelos engenheiros têxteis especializados nesta área. Em geral, os jogadores devem ignorar estes detalhes técnicos e prestar atenção em como ele sente a corda no seu jogo.
Sempre é uma boa idéia discutir com um técnico certificado em encordoamento que entende realmente de badminton. Mas entender sobre tensão de cordas é mais parecido com um teste de Português do que Matemática: não existe somente uma resposta e a decisão final tem que ser feita pelo jogador, baseada em suas habilidades, estilo de jogo e preferências. Se você for fisicamente forte, você deve querer adicionar controle em seu jogo encordoando sua raquete com mais pressão. Ou você quer que suas batidas sejam mais fortes encordoando com menos pressão. Ou você pode escolher algo entre um balanço de potência e controle. Do mesmo modo que os jogadores mais técnicos que não são fisicamente muito fortes: você pode selecionar uma tensão de corda que maximize suas vantagens, minimize suas desvantagens ou fraquezas ou consiga uma média de todas as opções. Conhecendo como a tensão do encordoamento afeta seu jogo, você irá otimizar a sua própria performance e da sua raquete.
1 de fevereiro de 2010
Pictogramas Londres 2012
O curioso dos pictogramas de Londres 2012 é que foram criados dois tipos de design para cada modalidade. O primeiro é a tradicional silhueta, com fundo preto e símbolo branco ou vice-versa. O segundo é o dinâmico, que foi inspirado no mapa das linhas do metrô londrino, o mais antigo do mundo, operando desde 1863.
Separei os pitctogramas do badminton. Vejam como ficaram:
29 de janeiro de 2010
Táticas de jogo - 10ª parte
VI - Movimento de Defesa para Ataque
O princípio envolvido aqui é o mesmo mas a situação tende a ser mais complexa e envolver um grande grau de antecipação.
Situação 1
Você está na defesa com seu oponente cortando. O corte vem para você que consegue devolver sem dar oportunidade a um novo corte. Você deve assumir imediatamente a posição "frente" no ataque do seu time.
Velocidade é importante aqui, visto que qualquer demora permitirá aos seus oponentes devolver o seu golpe com um net-shot e forçando seu time novamente a executar um clear ou lob, permitindo que os adversários retomem o ataque.
Note que o jogador que devolve o net-shot ou o push assume a posição "frente".
Situação 2
Você está na defesa e seu oponente, em vez de cortar, executa um clear ao qual você corta ou devolve executando um drive. Como as mecânicas de execução destes golpes não deixam que você se mova rápido para a posição "frente", seu companheiro deve assumir esta posição.
Situação 3
Idêntico à situação 2, exceto que seus oponentes usam uma drop-shot. Se o oponente na posição "frente" não cobrir a rede cuidadosamente, você pode conseguir um golpe bem rente à rede. Nesse caso, você permanece na posição "frente" e você está de novo no jogo.
VI - Conclusão
Lembre-se que jogar em dupla é um trabalho de equipe. Tente desenvolver seu jogo para complementar o do seu companheiro. Muitos times de duplas bons não sobressaem em nenhuma característica a não ser trabalho de equipe. Obedeça estes "dez mandamentos" e você fará um bom time:
1. Saque curto e baixo;
2. Devolva os saques com os três golpes discutidos;
3. Não levante a peteca;
4. Corte todas as petecas altas;
5. Bata por sobre a cabeça ao invés de usar o backhand;
6. Não corte cruzado;
7. Quando no ataque mantenha sua raquete para cima;
8. Quando na defesa esteja na posição de recepção;
9. Net-shots de baixo para cima devem ser cruzadas;
10. Net-shots de cima para baixo (ocasionalmente para surpreender) deve ser para o meio da quadra.
27 de janeiro de 2010
25 de janeiro de 2010
Vídeo - duplas (17)
Local: quadra da Equipe de Badminton Elite.
22 de janeiro de 2010
Calibre e Encordoamento - 1ª parte
Os jogadores de badminton são conhecidos pelos argumentos intermináveis sobre os méritos relativos de uma raquete sobre alguma outra e ficam durante meses decidindo qual a melhor para comprar. Antes de gastar muito dinheiro em uma nova raquete, pense sobre isto: você não bate na peteca com a raquete. Você bate com a corda! Mudando a maneira como sua raquete atual é encordoada, você poderá melhorar não só sua performance, mas o seu jogo também.
A variável mais importante em uma corda de badminton é seu diâmetro, também conhecido como calibre. Jogadores profissionais ou não profissionais podem alardear sobre estar usando uma corda com uma super-resposta de calibre 22, mas o que isto quer dizer e quanto o diâmetro da corda afeta o jogo?
Os calibres das cordas são designados numericamente, assim, as cordas mais grossas têm números mais baixos, como é mostrado na tabela:
| Calibre | Diâmetro |
| 20 | .80 - .90mm |
| 20 micro | .78 - .82mm |
| 21 | .70 - .80mm |
| 21 micro | .68 - .72mm |
| 22 | .60 - .70mm |
A designação micro é uma inovação recente. Verificamos que às vezes o tamanho do calibre se sobrepõe sobre outro. Uma corda com um diâmetro de
O diâmetro de uma corda pode ser medido com um sistema de calibração ou um micrometro. Faça isto com a corda fora da raquete, sem nenhuma pressão, em outras palavras, antes do encordoamento. O diâmetro diminui quando a corda for esticada de
Como você já deve ter percebido, cordas mais grossas ou mais finas funcionam diferentemente nas raquetes. Nenhum tamanho é o melhor para todos os jogadores. Estilos diferentes de jogo (e orçamentos) fazem os jogadores escolherem combinações diferentes de características. Vamos aqui nos preocupar com somente uma característica: a durabilidade.
Corda mais grossa dura mais que as mais finas. Assumindo que duas cordas foram fabricadas com mesmo material e com a mesma construção, a mais fina irá se romper mais facilmente. Simples, não? Isto não se aplica necessariamente se você for comparar uma corda fina , de qualidade “premium” com uma mais grossa de uso normal, mas geralmente, isto é verdadeiro. Corda extra fina, calibre 22 tem algumas vantagens, mas durabilidade não é uma delas: você deve estar disposto a encordoar muito mais sua raquete se usar este tipo de corda. Por outro lado, uma corda mais grossa, calibre 20 , pode durar por até uma temporada inteira.
Existem duas causas principais do rompimento de cordas. A primeira é o desgaste. Quando você bate na peteca, as cordas cruzadas (ou horizontais) são pressionadas contra as cordas principais (ou verticais) centenas de vezes durante um jogo. Estas cordas cruzadas lentamente pressionam as principais e eventualmente as cortam. Obviamente, uma corda mais grossa agüenta muito mais este esforço. Por falar nisto, geralmente as cordas principais (verticais) se rompem primeiro.
A segunda causa principal de rompimento é o super-esticamento, que pode ocorrer durante uma batida particularmente forte fora do centro da raquete. Isto acontece especialmente se você bater na peteca perto da parte superior da raquete ao invés do centro para baixo.As cordas se esticam igualmente em ambos os lados da peteca em uma batida errada, ao invés de um trabalho conjunto das cordas, algumas se sobrecarregam mais do que outras ocasionando o rompimento.
Então, uma corda mais grossa seria a preferida? Claro que não. Durabilidade é somente uma das características desejáveis. As cordas finas proporcionam ao jogador mais potência, por isso as 21 micro são as preferidas pelos jogadores top. Existe também o custo, controle, sensibilidade, facilidade de encordoar e algumas outras propriedades a serem consideradas e balanceadas umas contra as outras quando você for trocar sua corda. Se eu tivesse um único conselho a dar, seria este: se a corda na sua raquete é antiga, troque-a já. Você vai sentir uma melhora imediata no seu jogo.









