23 de fevereiro de 2012

"Moleque atrevido"

Muito bacana o que Sebastião Oliveira, da Miratus (RJ), escreveu sobre a matéria do SporTV com o presidente da Federação de Badminton do Amapá - FEBAP, Prof. Aldir Dantas. E ainda fez uma adaptação com badminton na letra de um samba de sucesso do Jorge Aragão.

Obrigado por me autorizar a divulgar aqui, Sebastião. Vamos ao texto:

Fiquei emocionado, amigo Aldir. Fiz uma viajem no passado com sua história, história essa que certamente pode e deve ser abraçada pela  gestão que assumir. Você tem razão de gritar amigo, pois é seu calo que está doendo, e você está escrevendo a sua história com elementos do esporte: Raquete, peteca, rede, quadra, sem dinheiro, rejeitado, com muita vontade e pedindo socorro.

Aldir, eu passei por isso e te respeito muito, que profissional!!!! É essa qualidade de pessoas que precisamos, que fazem a diferença, e não de pessoas que não trabalham pelo esporte, e atrapalham quem trabalha. É preciso que tenha um setor dentro da Confederação que identifique esse tipo de iniciativa e apoie com alimento de conhecimento e material adequado. Acredite em projetos assim e em pessoas assim. Vejam a Miratus como mudou ao ganhar apoio e conhecimento; vejam o Piauí que não estava nem no mapa do desse esporte, e hoje é uma das forças do nosso país; os Seareiros com muitas revelações de atletas com qualidade.

ALDIR, VOCÊ É UM SOLDADO GUERREIRO, dentro do nosso esporte de alguns GUERRILHEIROS. Com a força das pessoas como você, que trabalha com as ferramentas adequadas e legais, teremos a vitória. Para aqueles que estão no meio e usam ferramentas ilegais, um dia serão apanhados e apagados da história.

Essa é só para os amigos do badminton, não para quem está no meio do badminton, sem comprometimento, achando que fazem parte e já querendo colher aquilo que não plantou.

Quem foi que falou
Que eu não sou um moleque atrevido
Ganhei minha fama de badminton
Jogando na escola
Fico feliz em saber
O que fiz pelo esporte, me faça o favor
Respeite quem pode chegar
Onde a gente chegou
Também somos linha de frente
de toda essa história
Nós somos do tempo do badminton
Sem grana, sem glória
Não se discute talento
Mas seu argumento, me faça o favor
Respeite quem pode chegar
onde a gente chegou
E a gente chegou muito bem
Sem a desmerecer a ninguém
Enfrentando no peito muitos  preconceitos
e muito desdém
Hoje em dia é fácil dizer
Que esse badminton é nossa raiz
Tá chovendo de gente
que abre a boca e não sabe o que diz
por isso vê lá onde pisa
Respeite a camisa que a gente suou
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou
E quando pisar num ginásio
Procure primeiro saber quem eu sou
Respeite quem pode chegar onde a gente chegou
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